Economia Criativa Como a tecnologia pode incentivar a Economia Criativa – SambaTec

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Economia Criativa – Como a tecnologia pode incentivar a Economia Criativa 

Autor: SambaTec

Nota: O mundo tem passado por constantes transformações, sobretudo na forma como as pessoas se relacionam – não somente com outras pessoas, mas também com empresas, marcas e produtos. A cada dia que passa, é mais notório como as pessoas estão mais conscientes em relação aos seus próprios hábitos de consumo e à legitimidade dos discursos das empresas.

Nossos desejos mudam a cada momento e, a cada dia, vemos crescer a cultura da colaboração. Estamos fazendo um processo de resgate dessa cultura que existia lá no início das relações humanas, mas que, com o passar do tempo, se perdeu. Os mais otimistas afirmam que estamos chegando ao fim de uma era individualista e dando um passo ao futuro em direção a uma sociedade mais colaborativa e sustentável.

Neste contexto, acompanhamos, também, o surgimento da discussão sobre criatividade. Se resgatarmos a etimologia da palavra, encontramos o seguinte conceito: capacidade de criar, produzir ou inventar coisas novas. E é justamente

isso que vivemos e experimentamos atualmente. As startups e as empresas focadas em economia criativa são as provas desse movimento que tem se tornado cada vez mais vivo e colaborativo.

A tecnologia é outro fator que tem contribuído diretamente para o desenvolvimento de negócios criativos. Se antes, para ser considerado um artista era preciso saber a técnica da pintura com tinta, do canto ou da encenação, hoje, em alguns casos, depende somente de alguns aparelhos eletrônicos. Além disso, se antes, para apreciar uma obra de arte era preciso ir ao museu ou para ouvir uma música era necessário ir a um concerto, hoje você faz tudo isso a partir da tela do seu smartphone.

Em todo lugar que olhamos, encontramos expressões artísticas, culturais e ligadas à indústria do entretenimento. Mas, essa realidade tende a mudar em um futuro não tão distante. E, quando falamos nessa mudança, não nos referimos à perda dessa essência, mas, sim, de incremento. As marcas e as empresas, a cada dia que passa, têm investido cada vez mais em ações ligadas à economia criativa.

Neste material, produzido de forma colaborativa com algumas empresas e projetos criativos, reunimos cases que mostram como inovar, criar valor, causar impacto e trazer retorno de branding, tudo a partir de um único conceito: o de criatividade.

Nas próximas páginas você, leitor, irá conhecer as histórias da Perestroika, do Num Pulo, do Quartoamado e do Shoot The Shit. Esperamos que esse material inspire você a tirar suas ideias do papel e a fazer do mundo um lugar mais colaborativo, sustentável e criativo.

Tenha uma boa leitura e, como dizem uns amigos deste material, #vailáefaz!

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