Criatividade: Escola do Empreendedorismo de Campo Grande.

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por redação socialismo criativo em 28/08/2018.  

No próximo mês de outubro, serão iniciadas as aulas da primeira turma da Escola do Empreendedorismo de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Criada com o objetivo de auxiliar na visão empreendedora para quaisquer áreas, a iniciativa da Prefeitura Municipal busca agregar públicos diversos interessados em investir no próprio negócio, estimulando a economia local.

A gerente do projeto, Patrícia Saraiva, explica que os alunos não precisam ter um negócio já encaminhando nem um projeto pronto. “A ideia é que eles aprendam sobre empreendedorismo nesse curso”, ressalta. Dividida em 15 módulos, a grade curricular terá, desde conceitos básicos sobre empreendedorismo até noções de legislação trabalhista, passando por assuntos como relação com o consumidor, plano de negócios, planejamento orçamentário, noções de risco, marketing pessoal, comunicação empresarial e tecnologia, entre outros.

O currículo do curso foi desenvolvido por professores da Faculdade Mato Grosso do Sul/Universidade Paulista (Facsul/Unip), instituição parceira que contribui com a estrutura educacional. Entram na lista de parceiras também: a Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) e o Conselho Federal/Regional de Administração (CRA/CFA).

O curso terá duração de quatro meses. As aulas serão realizadas no período noturno, duas vezes por semana e em formato presencial, ministradas por professores especializados da Facsul/Unip e com participação de empresários com carreira consolidadas na região. As inscrições serão realizadas na Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, onde o curso será aplicado. Os interessados devem ter o Ensino Fundamental completo.

A intenção é que, ao término do curso, os alunos que tenham elaborado projetos sejam encaminhados a uma incubadora municipal na Sala do Empreendedor – destinada ao atendimento ao microempreendedor individual (MEI), a microempresas (ME) e a empresas de pequeno porte (EPP) –, para que possam formalizar seus negócios. Com isso, também será possível orientações mais direcionadas a cada proposta de empreendimento, dando mais autonomia para que futuros empresários possam emergir atuando na prospecção, identificação de necessidades e desenvolvendo novas ocupações econômicas.

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